terça-feira, 28 de maio de 2024

Sebastião Rodrigues do Amaral com filhos, netos e esposa em sua residência na Fazenda Santa Helena

 O sr. de branco ao lado direito é o pai do Sr. José Longo, avô da Ana Longo.
Tiro de Guerra ano 1939

Popularmente conhecido como bem-te-vi, esse Ford 34, transportava a primeira máquina de debulhar milho que veio para Fartura, adquirida pelo atuante Felisberto Stella.
Em 1946 o caminhão foi utilizado como palanque eleitoral para divulgar as candidaturas de Hugo Borghi (governador), Emílio Carlos (deputado federal) e Miguel Reali (senador).

No caminhão estavam: Toninho Bianchi, João Bianchi, Hilário Bianchi, João Pontes, Sr. Manoel, José Bianchi (em cima da cabine), Mário Hirano, Arnaldo Cerri, Felisberto Stella, Átila Tucunduva, Pedro Dealis, Cinico Sirino, Tico Tiodolino, José Varraschim, Cunga, Angêlo Pierami e Elézio Mazetto.

No mês de julho de 1963 o senhor Joaquim Pereira da Silva organizou com vizinhos, amigos, parentes e familiares uma romaria ao Santuário de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, em Aparecida do Norte, para agradecer as graças recebidas.
Sr. Joaquim viajou com a esposa Lázara Cândida da Silva e os filhos Celso, Antônio, Otávio, José Sobrinho, Eliezer, Serafim Neto, Tereza, Adélia e Cleonice. No ônibus da Empresa Manoel Rodrigues também seguiram o pai Serafim Roque, João Ribeirano, João Francisco, Trajano, Antônio Louvison, Roque Quincas, Ico Boava, Nhá Chica, Maria Meneguel Louvison, Lourdes Barbosa e Dona Lazinha, mais as crianças Carlos, Nice, Léo, Tonico Boi, João do Roque e Osvaldo.

 Contente com o tricampeonato da Taça Libertadores da América conquistado pelo São Paulo Futebol Clube quinta-feira à noite, o ex-prefeito farturense Benedito Garcia Ribeiro está esticando a festa e comemorando com parentes e amigos os 80 anos de idade a serem completados neste domingo, 17 de julho. Coincidentemente, Benedito Garcia administrou por três vezes o município de Fartura, nas gestões 1964/1968, 1973/1977 e 1989/1992.
Nessa foto histórica o aniversariante, fã de uma boa música orquestrada, está recepcionando uma banda de Ourinhos que participou da primeira festa em comemoração ao aniversário da cidade de Fartura, realizada em 1968, como precussora da atual Expofar. Para quem não sabe, Benedito Garcia tocou trombone em várias corporações musicais durante a juventude.
Parabéns tri-prefeito!!!

O escritório do Filhinho Despachante iniciou suas atividades na Rua Luiz Ribeiro Salgado em 1972, e teve como seus primeiros funcionários jovens farturenses que eram promessas pra o futuro da cidade. Esta foto tirada em 1974, em frente ao escritório tem (da esquerda para a direita), Júlio Mazetto, hoje engenheiro civil e empresário, o pequeno Marquinho Padeiro, atualmente empresário no ramo automotivo e confecções, Carlitinho Messias também empresário e José Luiz de Castro tesoureiro da Prefeitura Municipal de Fartura. Realmente essas promessas se confirmaram e hoje colaboram com o bom crescimento e desenvolvimento de Fartura.

“Amigos para Sempre” como aquela famosa canção interpretada por cantores de vários países, os farturtenses Rômulo Zamberlan, João Bruno, Zezito Villa, Oscar Jacob e Nico Manesco se reuniram num dia de 1951 para tirarem essa foto como recordação da fase mais bela da vida de um homem: a juventude.
Naquela época eles frequentavam os famosos bailes embalados por músicas nas vozes de Chico Alves, Nelson Gonçalves, Orlando Silva, Vicente Celestino, Inezita Barroso, Claudete Soares, Linda Batista, entre outros e outras...

Toninho Vieira, Salvador “Tato” Gobbo e Benedito Garcia, com o garoto Athos Garcia Ribeiro conversando com amigo.

Antes de ficar famoso como promotor de rodeios, o tropeiro Dominguinho Amaro organizava vaquejadas para se divertir com amigos. Enquanto uns boiadeiros preparavam o tradicional churrasco de final de ano, outros reuniam animais pra montar e tourear, como registra esta foto de 1964, tirada no sítio de Élcio Neves, no bairro Linda Paisagem.
Montados a cavalo parecem Otacílio, Pedro e Juvêncio.
Os vaqueiros à frente da boiada são Vandi Quincas, Dominguinho, Fuminho, Leonício, Elcio Neves e o saudoso fazendeiro Sebastião Amaral.
Segundo o autor da foto, nosso colaborador Euripinho Tapeceiro, também participaram dessa vaquejada os considerados Dedé Calegari e Jorge Tomé, além do saudoso Tonho Pelé, um dos melhores peões de rodeio que já montou em Fartura.

 O saudoso Benedito Garcia Ribeiro e sua esposa Juvelina de Oliveira Garcia foram os padrinhos da consagração de Dom Gorgônio Alves da Encarnação, ocorrida em 1964.
A família aproveita a coluna desta semana para prestar uma humilde homenagem ao querido afilhado atualmente bispo da Diocese de Itapetininga.

Encontrada no fundo do baú de uma família farturense, essa chapa batida em 1968 ilustra bem como a juventude penteava os cabelos, se vestia e se comportava nos tempos da Bossa Nova de João Gilberto e da Jovem Guarda de Roberto Carlos.
Que o digam Marilaide, Eldezia, Maiza, Erotildes e Nildes.

Amantes da boa música romântica, os professores farturenses Pedro Alair de Oliveira e Geraldo Santos Ribeiro, quem diria, fizeram bonito cantando como calouros no programa do Bolinha, um dos mais famosos da televisão brasileira. Foi no ano de 1970, pela extinta TV Excelsior, Canal 9, com apoio e incentivo do então prefeito Antônio Vieira Sobrinho. Já famoso como um dos expoentes da Jovem Guarda, o cantor Sérgio Reis emprestou o violão para Altair tocar e deu sorte, pois a dupla farturense se classificou em segundo lugar.

Empenhada em conseguir recursos do Governo Estadual para atender as crianças e os adolescentes assistidos pela então Organização Social de Auxílio Fraternal (Osaf), atual Organização Social de Assistência ao Adolescente Farturense, a saudosa Ruth Neves Priolli participou em 1987 de uma audiência com o então governador Orestes Quércia, acompanhada do ainda padre e agora bispo Dom Gorgônio Encarnação representando a Casa da Criança e da Sra. Therezinha Fernandes Blanco como representante da extinta Guarda Mirim. Também participaram da audiência o deputado Doreto Campanari, os vereadores Serafim Neto e Irandi Cerri, o vice-prefeito Júlio Mazetto e os assessores Zanela, Luiz Carlos Andrade, Tunin Dognani e Gilberto Bruno.

A música sempre atraiu a juventude, tanto que novos grupos musicais surgem a todo momento em várias cidades.
Em Fartura essa tradição vem de longe, como registra essa foto de 1974, numa apresentação da banda formada por Venâncinho Bagaglia (teclados), Luizão Andrade (guitarra), Beto Andrade (vocal), Beto Manivela (baixo) e Erivelto (bateria).
Essa turma era fera em música popular brasileira. Acompanhando a apresentação, entre outros, estão Baiano, Bacalhau, Roska e Alfredinho Gigliucci (de costas).


Flagrante de uma festa de casamento realizada na década de 1950, no bairro da Jacutinga, situada na zona rural do município de Fartura.
Entre os convidados que estavam brindando à felicidade dos noivos, foi possível identificar Miguel Calabresi, Rubens Dealis, Sebastião Barreto, Bepinho Varraschim, Ditinho Calabresi, Henrique Chromick e Emílio Primo Dognani, degustando uma “gasosa cevada” sobre uma pilha de garrafas vazias.

Flagrante de uma festa de casamento realizada na década de 1950, no bairro da Jacutinga, situada na zona rural do município de Fartura.
Entre os convidados que estavam brindando à felicidade dos noivos, foi possível identificar Miguel Calabresi, Rubens Dealis, Sebastião Barreto, Bepinho Varraschim, Ditinho Calabresi, Henrique Chromick e Emílio Primo Dognani, degustando uma “gasosa cevada” sobre uma pilha de garrafas vazias.

Renato Jacob, Hamilton Del Cístia, Cid Carvalho, Tunim Bueno, Fernandinho Lucarelli, Oldemar “Choca” Lança e Amim Trabusi são alguns dos amigos que se reuniram para um churrasco na década de 1970.
Como farmacêutico, Renato Jacob ajudou a cuidar de muitas famílias farturenses, e como político foi um dos candidatos a prefeito pelo PT.

Conhecida como Mãe Dita, a parteira do Comum, dona Maria do Rosário aparece nesta foto de 1954 batida diante da antiga Basílica de Nossa Senhora Aparecida ao lado do companheiro Joaquim Paulino, o Pai Quim, um conhecido e estimado inspetor de quarteirão farturense.
Amélia do Bem, Maria da Silva Ribeiro, Benedito Paulino, Jandira Veloso Oliveira, Vera Lúcia Camargo da Silva, Ivaniza Oliveira Garcia e Valdevino Expedito da Silva são algumas das pessoas que nasceram pelas mãos da parteira, que tudo fazia por amor, sem cobrar nada de ninguém.
Na época da foto Mãe Dita estava com 80 anos e Pai Quim com 90 anos.
Com certeza Deus os tem a seu lado.


Essa foto histórica registra a chegada de um caminhão da marca Fargo, importado pela Prefeitura Municipal de Fartura na gestão do Prefeito Mário Monteiro de França – 1944/1941, com uma breve substituição por Victorio Bertoni entre 12 de abril e 31 de dezembro de 1947. Junto com o então prefeito e farmacêutico Mário França aparecem o motorista Antônio Bruno e os assessores Layre Bertoni, Eliphas de Almeida Mello, José de Oliveira – Zeca Lobo, Hypólito de Almeida Mello, Antonio Virgílio Araújo, Prêntice de Almeida Mello e na carroceria os servidores Pedro Júlio de Oliveira, Sebastião Jorge, João Batista Alvarenga, Orlando Alvarenga, Aparício José Vieira. José Antunes de Oliveira, Maximiano Pereira, Otávio Alvarenga e Alvino Vieira.


 Um costume antigo, como mostra essa foto de janeiro de 1956, quando farturenses dos bairros Bortotti e Guaiuvira fizeram uma excursão a Santos.
Entre os turistas caipiras estavam: Sebastião Barreto, José Gabriel, Angelin Bortotti, Guerino Gabriel, Dirceu Bortotti, Adelino Bortotti, Santo Meneguel, e Elias Gabriel (em pé); Abílio Bortotti, Elizeu Gabriel, Orestes Gabriel, Sílvio Gabriel e Sidney Alves (agachados).
Obs: O borrão no rosto de seu Adelino Bortotti é de uma barata que comeu aquele pedaço da foto.

Foto tirada em 1970, Toninho Garcia, José Roberto Cimati, João da Nica e Geraldo Garcia exibem quatro exemplares de surubim e outros três peixes nobres fisgados numa única noite de pescaria, com as águas já subindo.

Esta foto dá uma boa idéia de como era piscoso o Rio Itararé antes de virar uma imensa represa.
A foto tirada em 1957, Tico Cerri, Didi Carvalho, Filhinho e Dito Amaro fazem pose com um enorme surubim, pescado no local conhecido como Poço da Espuma.
Quem entende de pescaria jura que existem exemplares bem maiores que esses, nadando tranquilamente no antigo leito do rio, fato confirmado por um mergulhador que trabalhou na recuperação da estrutura da ponte.


Decorria o ano de 1983 e o São Paulo enfrentaria o Corinthias no Morumbi pelo campeonato Paulista de Futebol. Na ocasião o professor Osny Garbelotto apostou com o servente Álvaro “Varinha” Dealis, corintiano roxo e também funcionário da Escola Monsenhor José Trombi, de Fartura, que o perdedor do clássico trabalharia a segunda-feira todinha com a camisa do time vencedor. Não deu outra, o São Paulo faturou o Corinthias e o Varinha pagou a aposta, como bem demonstra a foto, para delírio dos tricolores João Batista “Vaca” Lucarelli e Osny José Garbelotto.
Até mesmo o palmeirense Eduardo Gianetti vibrou com o “castigo” aplicado no falante Varinha. Aliás, vai aqui também nossa homenagem ao estimadíssimo Eduardinho pelo excelente desempenho profissional naquela escola durante toda uma vida como funcionário público estadual.

Foto tirada em Fartura no dia 05 de julho de 1962, na Chácara Pinheirinho, hoje propriedade do Bicó, por ocasião do churrasco em comemoração ao casamento de Oldemar Lança e Luizinha.
Curiosamente Choca não aparece, mas entre os convidados estavam Rui Ribeiro, João Lucarelli, Milton Maluly, Mingo Blanco, Mário Corona, Nonô Andrade, Paulo Afonso, Dedé Calabresi, Virgílio Corona, Tico Louvison, Joaquim Quintino, Edmundo Andrade, Afonso Bruno e Curto Calabresi.

O sonho de construir um asilo para abrigar os velhinhos desamparados, na cidade de Fartura, começou a ser concretizado em 1948 por um grupo de ilustres cidadãos que formavam a Sociedade São Vicente de Paulo, ou simplesmente a Sociedade Vicentina.
Eis alguns vicentinos que participaram do lançamento da pedra fundamental do prédio onde funciona o Lar São Vicente de Paulo, que segue cuidando dos idosos farturenses com carinho e dedicação: José Benedito Andrade, José Mingo, José Benedito Camargo, Gentil Donato de Oliveira, Manoel Cândido, Padre Quintiliano, Roberto Garcia, Tonico Mendes, Joaquim Cândido, Jacinto Romero, Osmar Bruno, José Eusébio da Encarnação, José de Góes, João Rocha de Andrade e José Bernardes, além dos coroinhas Adauto Teixeira, José Carlos Longo e Rog Barbosa.


O lançamento da pedra fundamental do Posto de Saúde da Vila Nossa Senhora de Fátima, em Fartura, foi feito em 1984 quando o prefeito era Antônio Jurandi Dognani, mas a construção foi idealizada pelo Grupo de Jovens Mundo Novo, liderado por Garcia, que se mobilizou para viabilizar a obra por intermédio de campanhas beneficentes.
Na foto estão Cidão, Jurandi, Júnior, Noel, Tida, Bete, Chico, Boizinho, Ariovaldo, Zé Augusto, Vânia, Boizão, Alice, Batatinha, Pata, Garcia, Celina, Patinha, Baraio e Donizete.


Realizado em 1935, o sacramento da primeira comunhão aqui retratado mostra Padre Eduardo e Dona Rosalina no centro da foto.
Algumas pessoas ao redor puderam ser reconhecidas: Ângela de Carvalho, Maria de Andrade (Miziquita), Zezito Rocha, Weston Louvison, João Garcia Ribeiro, Ariovaldo Stella, Benedito Garcia Ribeiro, Maria Soares, Guilhermina Arruda e Terezinha Louvison (à esquerda); Lázara Soares de Godoy, Maria do Carmo Oliveira, Carlos Richter, José César Oliveira (Bicudo), Ângelo Lucarelli, Euzélio Machado, Maria de Andrade e Maria Augusta Jacob (à direita).

Os costumes eram bem diferentes nos idos de 1955 como mostra a foto tirada na entrada principal do Paço Municipal de Fartura, reunindo o prefeito João Gobbo Sobrinho e seus principais assessores, na época, funcionários de carreira.
Na fila do alto, da esquerda para a direita, aparecem Ernesto Calabresi, Eliphas de Almeida Mello, Hipólito de Almeida Mello, prefeito João Gobbo Sobrinho, , Pedro Júlio de Oliveira e Ângelo Pierami. Na fila de baixo estão Oscarlino Rodrigues Bueno, Mozart Furtado, Nivaldo Virgílio Araújo e Moacir Gobbo.


 “O Rio de Janeiro continua lindo...”, diz a letra de uma canção que fez muito sucesso na década de 1970, quando os farturenses Sidney Carvalho, Américo Teixeira Filho, Fernando Lucarelli e Oldemar Lança (Choca) visitaram a cidade e ficaram encantados com a beleza vista do alto do Cristo  Redentor.
Atualmente Filhinho é despachante e Fernandinho e Choca são advogados.
O pecuarista Cid Carvalho, mesmo morando numa cidade pacata, infelizmente foi vítima da crueldade que assola a “Cidade Maravilhosa” e já não se encontra mais entre nós desde o dia 08 de maio de 1993.

Essas fotos da década de 1930 nos dão uma boa idéia de como as mulheres se vestiam na época.
A moça de roupa branca é Sebastiana Palma da Encarnação, que foi casada com Joaquim Melchisedek da Encarnação, mãe de Cidinha e Elisa, residentes em Fartura.
Também Farturense, Lena, vestida de preto, foi casada com Acácio dos Santos e mãe de Luzia, Alice, Antônio (falecido), Moacir, Leonor (falecido), Maria José, Ivone, e Dom Mauro, bispo da Diocese de Campo Mourão, no Paraná.

Não é de hoje que devotos farturenses visitam o Santuário em Louvor a Bom Jesus da Cana Verde, em Siqueira Campos/PR.
Nesta peregrinação organizada por Vitório Garbelotto em 1948 os devotos seguiram de pau-de-arara. Além da esposa Maria Demarchi, também viajaram os filhos Danilo e Osny (ainda crianças) e Didi, acompanhada do marido Odorico Tucunduva.
Ainda fizeram parte da manifestação de fé Dalva Garbelotti, Dona Otília, Otilinha, Nazira Lucarelli, Marina Prestes, João Bruno, Maria Preta, Anita Louvison, e Aninha Bruno, entre outros

Maria Luiza Prestes (Ica), Luiza Claudino do Nascimento, Maria Claudino do Nascimento, Amélia Claudino do Nascimento, Joana do Nascimento Prestes e Lázara Claudino do Nascimento dão uma boa mostra de como as mulheres se vestiam em 1935.

Soldado disciplinado, educado, correto e cumpridor intransigente de suas obrigações e de ordens recebidas, conforme descrito em carta de apresentação escrita de próprio punho pelo comandante Eduardo de Souza Góes. O farturense Antenor Cunha serviu o Exército Nacional na Companhia de Metralhadoras e Morteiros do 18º Batalhão de Caçadores, em Campo Grande, Mato Grosso.
Foi ordenança do comandante na maior parte do tempo em que esteve na caserna e só não foi enviado ao campo de batalha durante a Segunda Guerra Mundial porque ela acabou antes do embarque de novas tropas de pracinhas, em meados de 1945.
Curiosamente, os morteiros utilizados pelo Exercito Brasileiro eram de fabricação alemã.
Cunha é o segundo soldado agachado com fuzil na mão.

 Essa foto de 1952 registra o momento da coroação de Inês Colla Vieira como Miss Fartura, tendo aos lados a antecessora Ruth Neves Prioli e a segunda colocada Mirtes Calabresi Villa.
Também participaram da cerimônia José Manesco, Domingos Garbelotto, Prof. Victorio Bertoni, Prêndice de Almeida Mello, Dr. José Sebastião de Oliveira, José Garbelotti (Zinho) e Júlio Del Cístia. As meninas são agora as senhoras Ivone Stella, Ivone de Carvalho, Bárbara Villa de Almeida, Marlene Calabresi Rocha, Márcia Ribeiro do Valle, Maria de Lourdes Ribeiro Villa e Tereza Diogo.


ENTRADA DA CIDADE

 A foto acima datada de 1935 retrata como era a entrada da cidade de Fartura para o viajante ou morador procedente de Piraju.
Em primeiro plano aparece a ponte de madeira sobre o Ribeirão Fartura em meio a um matagal e mais adiante se avistam as casas construídas anos antes por João Latanzio (esquerda) e Sitinio Cimatti (direita).


CORRIDA DE CAVALOS
Datada da década de 1930, essa foto é da época que jóquei era conhecido como “surrador de cavalos” e os melhores surradores farturenses eram Gauchinho e Juraço. Com certeza eles estão entre os jóqueis, proprietários de animais e amantes de corridas que se reuniram para “eleger” o melhor cavalo em homéricos derby’s na raia do prado que funcionava como hipódromo no terreno atualmente ocupado pelo Campo de Aviação Rocha: Alfredo “Ferreirão” Vianni, Pedro Bento de Castro, Sebastião Rodrigues do Amaral, Arthur de Andrade, Sebastião Inácio da Silva, Francisco Remígio, Jospe Guido, João Martins, João Batista de Oliveira, Lázaro Baltasar, Quinzinho da Balsa, Miguel Messias, Arlindo Messias, Benedito Inácio, Menotti Stela, Chico Panema, Odilon Corrêa, Tonico Martins e Humberto Dealis, dono do cavalo Estilingue, considerado o melhor da turma e que sempre corria como favorito.


 Zé Catorze e Geraldo Minhoca foram dois personagens dos mais populares da cidade de Fartura. Eram simpáticos, queridos e estimados por todos.
O pedreiro nascido como Geraldo Rolim da Silva ficou conhecido e famoso como Geralo Minhoca, por ser bastante requisitado para perfurar poços e fossas.
Batizado como José Alves Silva, o popular “Zé Catorze” fazia questão de ser chamado por José Alves Vieira, devido ao fato de ter trabalhado muito tempo com a família de João Vieira, pai do ex-prefeito Antonio Vieira Sobrinho. Todos os filhos herdaram o apelido “14” do pai, que carregam com orgulho e como se fizesse parte do nome. São eles João, Zezinho, Natal, Rui, Faé e Toinho.
O local onde a família morava ficou conhecido como Vila 14 e na Rua Samuel de Oliveira tem um beco denominado como Travessa Zé 14, em homenagem ao saudoso personagem .
Contam que o apelido surgiu na escola, porque a idade de José Alves só chegava aos ...14 anos.

Esta foto relembra a solenidade de promulgação da constituinte municipal, ou seja, da Lei Orgânica do Município (LOM) de Fartura, realizada em 31 de março de 1990, no Centro Social, como parte dos eventos em comemoração ao aniversário de emancipação do município. Na ocasião o deputado Murilo Macedo foi homenageado com a outorga do título de Cidadão Farturense. Enquanto o prefeito Benedito Garcia Ribeiro conversava com o professor Geraldo Santos Ribeiro, presidente da Câmara Municipal, o também professor e vereador Osny José Garbelotto assinava a constituinte diante do saudoso Murilo Macedo, que também foi ministro do trabalho.

 

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