terça-feira, 20 de janeiro de 2026

 

Nos anos 30, como a cidade não contava com água encanada, os moradores do centro se uniram e pagaram para encanar a água de uma nascente localizada atrás do antigo posto do Chicão. Esse encanamento seguia pelas ruas Gerônimo de Andrade e Anacleto Gonçalves Neves, indo da esquina do Grupo Escolar até a praça 9 de Julho, e descia parcialmente pela Rua Barão do Rio Branco. Foi apenas nos anos 50 que a prefeitura começou a fornecer água encanada para a cidade.

 

No final do sec 19 Fartura era o local mais procurado de toda a  região para se contratar Bugreiros (matadores de índios) que eram levados para a região de Assis para limpar a terra ( matar os índios do local)

 

 

 

 

Uma das histórias que ouvi do Heitor Leite, pai do Anselmo da Casa & Casa, conta sobre sua infância na Rua Barão do Rio Branco. Naquela época, em frente de sua casa, onde hoje é a ACIf, havia o açougue do Farah. Todos os dias, Farah precisava lavar o açougue e pagava uma moeda para cada lata d'água que os meninos da rua traziam do ribeirão próximo ao supermercado São Francisco. No entanto, se a lata estivesse faltando mais do que 4 dedos de água da borda, ele ficava com a agua mas não pagava. Como a tarefa era difícil, com a rua de pedras soltas e as latas pesadas, os meninos perdiam cerca de duas de cada dez moedas. Até que um deles teve uma ideia: deixar uma lata cheia na esquina para completar as outras que viessem faltando. Assim, eles garantiram que sempre recebessem o pagamento justo.

Depois desse dia nunca mais trabalharam de graça.

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